Cattleya schilleriana Rchb.f.
Espécies ameaçadas de extinção
Cattleya schilleriana Rchb.f.
Interessante espécie bifoliada que se encontra em via de extinção na natureza. Mas visitando exposições podemos perceber um grande número de seedlings (pequenas mudas) e plantas adultas a venda por orquidários profissionais, isto sendo todas oriundas de sementeiras, o que é importante. Espécie bastante premiada em exposições, apesar deste fato, se garimparmos de olhos bem abertos, em visitas nestas exposições, podemos encontrá-las com preços até módicos em se tratando de Cattleya schillleriana.
Esta espécie apesar de ser encontrada em uma altitude que varia de 300 a 600 m, temos conquistado um cultivo razoável aqui em Minas Gerais, onde a altitude nas serras mineiras varia de 1100 a 1300 m, sendo indicado o seu cultivo em cascas, e estas anexadas em cachepôs.
Espécie encontrada no Espírito Santo, esta se difere das Cattleya como: Cattleya guttata, Cattleya schofildiana, Cattleya velutina, entre outras que também são encontradas neste estado, por possuir pequeno porte relativo a estas anteriores. Suas pétalas e sépalas são em um marrom claro com pintalgo em um marrom escuro, sendo estas pétalas e sépalas bastante onduladas. Seu labelo tem um tom lilás claro e com lobos laterais cobrindo totalmente a coluna, seu lobo frontal ondulado e riscado em lilás mais escuro.
A sua floração surgi no ápice do pseudobulbo através de uma bráctea, e normalmente pode apresentar até duas florações ao ano, mas o normal mesmo é uma floração. A Cattleya schilleriana teve a sua primeira floração documentada na cidade de Hanburgo-Alemanha a sua descoberta foi feita pelo Cônsul Schiller e que foi homenageado ao ter o seu nome posto na Cattleya schilleriana. A mesma tem algumas das suas variedades já descritas como:
Cattleya schilleriana Rchb.f.
Interessante espécie bifoliada que se encontra em via de extinção na natureza. Mas visitando exposições podemos perceber um grande número de seedlings (pequenas mudas) e plantas adultas a venda por orquidários profissionais, isto sendo todas oriundas de sementeiras, o que é importante. Espécie bastante premiada em exposições, apesar deste fato, se garimparmos de olhos bem abertos, em visitas nestas exposições, podemos encontrá-las com preços até módicos em se tratando de Cattleya schillleriana.
Esta espécie apesar de ser encontrada em uma altitude que varia de 300 a 600 m, temos conquistado um cultivo razoável aqui em Minas Gerais, onde a altitude nas serras mineiras varia de 1100 a 1300 m, sendo indicado o seu cultivo em cascas, e estas anexadas em cachepôs.
Espécie encontrada no Espírito Santo, esta se difere das Cattleya como: Cattleya guttata, Cattleya schofildiana, Cattleya velutina, entre outras que também são encontradas neste estado, por possuir pequeno porte relativo a estas anteriores. Suas pétalas e sépalas são em um marrom claro com pintalgo em um marrom escuro, sendo estas pétalas e sépalas bastante onduladas. Seu labelo tem um tom lilás claro e com lobos laterais cobrindo totalmente a coluna, seu lobo frontal ondulado e riscado em lilás mais escuro.
A sua floração surgi no ápice do pseudobulbo através de uma bráctea, e normalmente pode apresentar até duas florações ao ano, mas o normal mesmo é uma floração. A Cattleya schilleriana teve a sua primeira floração documentada na cidade de Hanburgo-Alemanha a sua descoberta foi feita pelo Cônsul Schiller e que foi homenageado ao ter o seu nome posto na Cattleya schilleriana. A mesma tem algumas das suas variedades já descritas como:
- Amaliana (Linden)- Com pétalas marrom escuro com poucas ou raras maculas, e labelo com raias rosa intensas.
- Concolor- (Hooker) Sepálas em marrom purpura escuro, sem maculas e labelo com raias púrpuras e margem brancas.
- Dulcotensis- (Hort. Ex O’Brien)- Sépalas e pétalas em marrom tendendo ao rosa com maculas rubras, o labelo em uma cor uniforme em vermelho sem o branco na margem.
- Caerulea- Pétalas e sépalas verdes com maculas rubras. Labelo com raias róseas tendendo ao coeruleo com fundo branco.
- Trilabelo- Planta com cores e raias semelhantes ao labelo e sépalas marrons com maculas rubras como é comum na espécie.
Existe a Cattleya schilleriana na cor caerulea e híbridos da mesma no mercado principalmente cruzados com a Cattleya amethystoglossa. A Cattleya schilleriana floresce inverno/primavera.
Por: Euler Menezes
Fonte das variedades: (www.orkideas.com.br)
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