Orquídeas que estão na lista de extinção
Orquídeas que estão na lista de extinção
Iremos citar algumas orquídeas que se encontram na lista de extinção. Como já falado em outros boletins anteriores, o homem vem através de coletas indiscriminadas e degradação ambiental das matas ciliares e de galerias, dizimando as nossas orquídeas, assim como outros animais e vegetais.
Evidentemente que há muito mais orquídeas das que citaremos neste momento que se encontra em extinção, pois as micro-orquideas e as orquídeas terrestres são plantas que em nosso ponto de vista orquidófilo, tem sido menos estudadas e poucas são citadas nesta lista, talvez por sua época de floração serem na sua maioria em período chuvosos (isto no caso das terrestres) ou por sua difícil percepção na natureza devido algumas espécies serem minúsculas (no caso as micro-orquideas). Claro que devemos ressaltar trabalhos neste campo feitos pelo taxonomista Marcos A. Campacci e seus colaboradores. Outro belíssimo feito pelos biólogos da UFMG sobre o gênero Habenaria de Minas Gerais, o que tem melhor ajudado compreender este complicado gênero aqui em nosso “Complexo do Espinhaço”. Há também trabalhos de outros taxonomistas e sites do gênero.
Muitas orquídeas podem estar em extinção por seu endemismo. Neste caso podemos citar algumas, como a Brasilaelia lobata, endêmica de Icebergs do (RJ) e a Brasilaelia fildelensis, de São Fidelis, também no Rio de Janeiro. No “Espinhaço” as Constantia cristinae, C. microscopica (encontrada recentemente na forma alba) e a C. cipoesis. Ainda neste complexo montanhoso podemos citar a cobiçada Hadrolaelia jogheana que já foi considerada extinta, e que ainda se encontra muito ameaçada. Outra espécie que foi retirada desta lista, mas estudando populações da mesma percebemos que ainda esta ameaçada é a Hoffmannsegella angererii, esta endêmica da região que vai da cidade de Diamantina a Serro.














